27 OUT 2018







ESPERANÇA!
Canções de Franklin Mário

no Acabou Chorare – 27/10 (20h30)


Um grupo de artistas, entre cantores, poetas e compositores, todos com algum grau de envolvimento com a obra musical de Franklin Mário, apresentarão no palco do Acabou Chorare, em 27 de outubro, às 20h30, o show Esperança! – Canções de Franklin Mário. Reunidos por afinidades com a obra do compositor, falecido em maio desse ano, se apresentarão individualmente ou em duetos, interpretando músicas do vasto repertório deixado pelo artista, sejam parcerias ou canções concebidas individualmente por ele.

Estão elencados Samir Almeida, Antoanete Madureira, Donizete Lima, William Guedes, Antônio Ronaldo, Esso, Bob Bezerra e Amélia Freire, todos com uma relação de convívio bastante expressiva com o músico, o que resultou em muitas composições. Franklin desenvolveu seu trabalho desde meados da década de 1980, radicado na Cidade da Esperança, zona oeste da capital potiguar, a quem retratou em muitas de suas letras, descrevendo seus tipos e aludindo a fatos e acontecimentos do lugar. Uma outra característica sempre lembrada é a importância que ele teve no estímulo ao surgimento de novos artistas no bairro, contribuindo decisivamente para o fomento ao movimento cultural que se desenrolou lá, num período efervescente que marcou época na festa da padroeira, com ações artísticas que atraíam toda a comunidade e fez nascer um núcleo de novos criadores, principalmente na cena musical.

Nos últimos anos, Franklin se abriu para circular um pouco mais fora desse círculo e ativou novas conexões, inclusive com novos parceiros, tendo lançado pouco antes de sua morte o álbum Traçados, dividido com Antônio Ronaldo. Ele está presente ainda em várias faixas de Virou Flor, o primeiro CD de Antoanete, também lançado já em 2018.

Suas músicas estão presentes nos discos de vários outros artistas. Esso gravou dele a canção Depois do Cansaço, no seu disco de estreia, e As Mulheres, dos dois, no segundo. “Franklin é um compositor muito versátil, com um repertório muito significativo, inspirado, que retrata em muitos aspectos a tipicidade do natalense, traduzindo com notável beleza um pouco do que somos”, diz. Por essa razão, e em reconhecimento ao trabalho do amigo, Esso está organizando essa reunião artística, onde cada um cantará 3 músicas do autor admirado, numa ocasião em que ao mesmo tempo que se celebra sua obra também se lamenta a sua partida tão precoce.

17 MAI 2018



O cantor/compositor Esso apresenta o show Agreste na quinta, para lançar o CD Várzea da Caatinga. O evento faz parte da temporada Maio Maior, que durante todo o mês está levando o músico para uma circulação pela cidade de Natal e região metropolitana com a finalidade de promover o seu 3º disco em estúdio. No palco, as músicas gravadas ganham versões mais intimistas e mais espontâneas, em geral acompanhadas por instrumentos percussivos que flertam com a música regional, como o zabumba e o trianglo.
Hora: 21h 
Entrada: R$ 10
Na compra do CD (R$ 25) o acesso é gratuito. 

MAIO MAIOR 2018


Através desse mês Maio Maior lanço o Várzea daCaatinga, meu 3º CD.

Não sei como foi para cada quem, mas ultrapassar essa barreira dos 2 discos se encheu de um significado simbólico forte, no meu caso. Trata-se de um retorno ao estúdio após o disco anterior, 8 anos atrás. Só isso já se converte num dado que faz a minha volta às gravações nesse formato um fato. Mas o mais importante é o que liga minha música diretamente à (música) do meu pai, Zé de Cezário, a quem dediquei o meu trabalho novo. Ele me conta que tocou ieieiê nos forrós do sertão, quando a jovem guarda emulou o rock, e que os homens dançavam soltos no salão. Nesses xotes, toadas e baiões que compõem os ‘forrós magnéticos’ desse disco é a ele que rendo a graça de tê-lo como um mestre musical.

Tem ainda o fato de que Várzea da Caatinga é o nome de origem de uma cidadezinha do oeste potiguar que teve o topônimo alterado para Rafael Godeiro, o que me causou a motivação para intitular o disco e assim procurar abrir uma discussão acerca dessas mudanças tão comuns nos municípios, normalmente adotando outra denominação a partir de manobras politiqueiras e não pela vontade de seus habitantes. Para esse fim estou publicando também o ManifestoLOCAU!.

Estou, por fim, ao adotar esse roteiro para as primeiras ações locais de lançamento, aproveitando a oportunidade para promover o CD, propondo concretamente uma maior interatividade com o público de Natal, a imprensa, os produtores culturais, as rádios, blogs, críticos e demais, no sentido de contribuir com o crescimento da nossa riqueza musical. 

23 MAR 2018




Será numa sexta, 23 de março, a segunda edição do show ‘Pra não Dizer que não Falei do Golpe’, a acontecer em Ponta Negra, no bar cultural Acabou Chorare, às 20h30.

Dessa vez estarão no palco, além de Esso, que também integrou a primeira versão do show, o múltiplo artista Caio Padilha (cantor, compositor, ator), a cantora Sílvia Sol e ainda o percussionista Dinei Texeira.

No repertório, muitas músicas autorais, temperadas com algumas outras que também foram compostas com a mesma intenção de resistência presente na temática evidente. O evento não tem viés partidário e busca chamar a atenção para os riscos que estão sendo abertos com a escalada de retrocessos que ameaçam a democracia no atual momento político brasileiro.

Na ocasião, será cobrada uma contribuição aos presentes no valor de R$ 10 (dez reais), o que tornará possível a cobertura de parte dos gastos com o trabalho. O local está localizado à R. Dr. Manoel Augusto B. de Araújo, nº 135.